19 de maio de 2014

Frato de novo em destaque

Na Assembleia de Freguesia de Milheirós passada, em meu nome pessoal e em nome da bancada da coligação "Sempre pela Maia", felicitei esta empresa, que por cá está sediada, e sobre proposta foi aprovado, por unanimidade, um voto de congratulação, que penso já ter chegado ao CEO da Frato Interiors
Depois desta entrevista, estou ainda mais certo, que o destaque dado a esta empresa foi de todo merecido.


Fica a entrevista, bem como a minha Intervenção na Assembleia de Freguesia de Milheirós




13 de maio de 2014

O voto (in)útil

Nos últimos dias, e enquanto se aproximava cada vez mais o período oficial de campanha eleitoral para as eleições europeias do próximo dia 25 de Maio, tivemos várias vezes oportunidade de ouvir António José Seguro dizer que cada voto no Partido Socialista seria um cartão amarelo ou vermelho ao governo liderado por Pedro Passos Coelho.


 No fundo, Seguro, pouco seguro de si, quer medir a força do voto do povo no PS como "incubação" para as legislativas que se avizinham.


Resolvi despir o fato de militante e dirigente da JSD e PSD, e tentar procurar factos que me fizessem querer votar no Partido Socialista nas próximas europeias.

Em comum, Paulo Rangel, cabeça de lista da coligação "Aliança Portugal"  e  Francisco Assis, cabeça de lista do Partido Socialista, têm o facto de já terem experiência enquanto deputados ao Parlamento Europeu, o que do ponto de vista, aparentemente os deixa em pé de igualdade no que toca à experiência demonstrada nas funções. Contudo, vejamos:


Paulo Rangel é atualmente Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Popular Europeu, no decorrer do seu mandato fez 1047 intervenções em Sessões Plenárias, apresentou 5 relatórios enquanto relator, 3 enquanto relator sombra emitiu 3 pareceres enquanto relator e 6  enquanto relator sombra, apresentou 4 propostas de resolução e efetuou 17 perguntas parlamentares.


Francisco Assis, durante o seu mandato de deputado, fez 26 intervenções emitiu 1 parecer enquanto relator e efetuou 9 perguntas, sendo que esteve presente em pouco mais de metade das Sessões Plenárias do mandato.

Para além do cabeça de lista, poderia comparar por exemplo o trabalho apresentado nesta legislatura pelo eurodeputado Carlos Coelho(PSD) e Elisa Ferreira (PS) ou Nuno Melo(CDS) e Ana Gomes(PS) e as diferenças continuam astronómicas.


Depois desta pesquisa, resolvi olhar "com olhos de ver" para a lista do Partido Socialista. Lá estão os "Socráticos" do costume, aqueles que fizeram com que Portugal quase chegasse à banca rota, com as suas obras megalómanas, com o Plano Tecnológico, do qual Carlos Zorrinho era coordenador.

Em suma, fica a questão "Será este o voto que António José Seguro pede?"


 Por tudo isto, que já não é nada pouco, dia 25, para dar força a Portugal na Europa, EU VOTO "ALIANÇA PORTUGAL"









6 de maio de 2014

40 anos de democracia, 40 anos de PPD/PSD

A 6 de Maio de 1974 nascia, pelas mãos de Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota o denominado então Partido Popular Democrático.

Hoje, volvidos 40 anos, gosto de sentir que faço parte desta grande família social-democrata. Tento,  na minha conduta enquanto dirigente da JSD e do PSD,  honrar o compromisso da social-democracia, daquela social democracia fundadora deste partido. Porque neste partido, tive, tenho e terei sempre apenas um "ismo", o "Sá Carneirismo".


Hoje, 40 anos e muitas lutas depois, com uns ajustes aqui e ali, mantém-se bem vivo o Partido Social Democrata e estou certo que assim se manterá.

Parabéns PSD!

Viva o PSD.
Viva, acima de tudo, Portugal.

6 de abril de 2014

O homem que o cancro não matou



 Foi com prazer que em diversas ocasiões vi e ouvi, quer ao vivoquer através do youtube, Manuel Forjaz falar como ninguém da força empreendedora, tive inclusivamente a honra de com ele trocar umas ideias a propósito do TEDx (do qual foi um dos impulsionadores no nosso país).

Hoje o país, e essencialmente todo o mundo empreendedor, ficam mais pobres.

Estou certo, que tal como dizia, morreu de cancro, mas o cancro não o matou.

Paz à sua alma.

18 de março de 2014

O país que nunca vota em ninguém..nem para o Festival da Canção

Ao que parece, ninguém gosta, muito menos gastou €0,70+ IVA para votar na canção vencedora do Festival RTP da Canção.

Ao que parece, e segundo aquilo que vou ouvindo um pouco por aí, é até vergonhoso para o nosso país levar tal música "pimba", escrita pelo Emanuel, ao festival Eurovisão.

Vejamos:

Quanto ao tipo de música - É ou não verdade que os canais televisivos (os privados que têm obrigatoriamente que gerar receitas), gastam o horário da tarde de domingo com programas onde essencialmente passa este tipo de música, e nós "compramos"? É ou não verdade que a letra da canção vencedora, traduzida para Inglês, quase que parecia boa?

Quanto ao autor - É ou não verdade que Emanuel já teve uma série de discos de ouro, o que significa que nós "compramos"?


Ninguém votou na música, como nunca ninguém votou em José Sócrates ou Pedro Passos Coelho, como nunca ninguém elegeu Bruno de Carvalho para presidente do Sporting...como nunca ninguém fez, absolutamente nada...

Eu tambén não gosto da música, também não gosto do autor, mas respeito a escolha que alguém fez.


1 de março de 2014

O não voto da oposição na Cidade Europeia do Desporto

Ontem assisti a um momento que julguei impossível na Assembleia Municipal da Maia.

Pela voz do companheiro Ricardo Filipe Oliveira, o grupo parlamentar da Coligação "Sempre pela Maia" apresentou um voto de congratulação pela cerimónia de abertura da Maia Cidade Europeia do Desporto 2014, que felicitava o Sr. Presidente da Câmara Municipal, pela sua visão, o Sr. Vereador do Pelouro do Desporto, Hernâni Ribeiro pela sua capacidade empreendedora, o encenador Carlos Frazão, as dezenas de colectividades presentes, as forças de segurança, os funcionários da autarquia...

Por razões que estou certo que a própria razão desconhecerá, toda a oposição, apesar de ter tecido alguns elogios, não concordou com a matéria substantiva constante do voto apresentado pelo PSD e CDS-PP. Contudo, não foi apresentado por qualquer partido, qualquer alteração que permitisse um consenso para que dessa forma, o voto (muito merecido para todos os participantes), fosse aprovado por unanimidade.


Fico triste, que em tal matéria de grande relevância para a Maia, a oposição não saiba dar um votou de congratulação/louvor, aqueles que querem sempre e acima de tudo levar o nome da Maia mais alto e se abstenha.


Eu, independentemente de qualquer interesse partidário, votaria favoravelmente e com direito a aclamação.

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28 de fevereiro de 2014

XXXV Congresso Nacional do PSD

Uma semana depois, na calma do meu computador, eis que me é finalmente possível fazer um pequeno balanço daquele que foi o XXXV Congresso Nacional do PSD.

Mais uma vez, vi-me obrigado a deslocar a Lisboa para um congresso nacional do meu partido, tal como tinha acontecido há dois anos, facto que me deixa sempre triste. Gostaria de ver o congresso noutro sitio, quem sabe mais a norte.

O debate interno
Ao contrário daquilo que julguei que iria acontecer, vi neste congresso algum debate interno.
Mesmo aqueles que muitas vezes discordam do presidente do partido marcaram presença e foram até falar ao congresso.

As ausências
Tive pena de não ver presente, e quem sabe a falar ao congresso, a companheira Manuela Ferreira Leite e do companheiro fundador Francisco Pinto Balsemão cuja intervenção foi em vídeo.

O momento alto
Sem sombra de dúvida destaco o momento do anûncio de Paulo Rangel como candidato às europeias e o seu discurso responsável.
Estou certo que mais uma vez PR dará uma grande vitória ao PSD e ao país.

O "homem do jogo"
Mais um momento marcante foi a intervenção do companheiro Marcelo Rebelo de Sousa.
Acertiva, emotiva e emocionante,

Do partido para o país
Os discursos de Pedro Passos Coelho foram muito sérios e responsáveis. Mesmo muitas vezes tendo discurdado dele, e não tendo até sido seu apoiante nas directas, vi naquele congresso um homem muito certo daquele que é um rumo do país, com vontade de reformar o estado de forma séria.

A JSD
Este foi um grande congresso para a Juventude Social Democrata, que dali sai com uma importante moção sectorial aprovada e com a segunda melhor votação para o Conselho Nacional (antecedida pela lista subscrita por PPC)

O congresso e a Maia
A Maia sai deste congresso reforçada com a eleição de dois conselheiros nacionais, o companheiro Paulo Ramalho (reeleito pela terceira vez) e pelo companheiro Silva Tiago.


Querida mãe, (alegadamente) mudei o Hotel! Retrato de uma geração (que é a minha).

Como é hábito, nas férias de Páscoa são milhares de jovens que rumam a Espanha para a viagem de finalistas do ensino secundário. Ao longo do...